MULHER UM INSTRUMENTO DE DEUS

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Meus Amores!

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sábado, 30 de janeiro de 2010


TEILHARD DE CHARDIN
(1881-1955)
A Ciência do Amor Universal

A par de uma longa educação jesuíta, notabilizou-se como antropólogo e geólogo. A síntese final desta longa formação de gênio surpreendeu o mundo atual. A vida, para ele, é uma forma específica de uma propriedade universal da matéria cósmica. Esta está sujeita a leis que a guiaram até a evolução humana, as quais ainda atuam até a transformação e "espiritualização" completa do homem e do universo. Essa lei básica é da mesma natureza do amor. "Habitualmente - escreve ele - só consideramos do amor a sua face mais sentimental, as alegrias e as penas que nos causa. Visto, porém, na plenitude de sua realidade biológica, o amor (isto é, a afinidade de ser para ser) não é privilégio do homem. Representa uma propriedade geral da vida. Como tal, reveste todas as formas tomadas sucessivamente pela matéria."
Dizendo de outra maneira: se não existisse o amor, a matéria jamais teria se organizado. O universo inteiro seria apenas uma espécie de poeira de átomos isolados. Mas no mundo de Chardin não há lugar para o egoísmo. Um átomo sente-se necessáriamente atraído por outro. Uma célula procura outra, até levar à construção da criatura humana, formada por bilhões de células. Nessa criatura infinitamente complexa, cada célula abdica de sua própria individualidade única do conjunto.
Para esse irresistível processo de atração, comum a todas as coisas, Chardin criou uma nova palavra: amorização. O amor humano, especialmente entre o homem e a mulher - com sua extensa escala de atrações físicas e espirituais, que vão da simpatia à embriaguez dos sentidos - é o ponto culminante do processo. (...)
Para Telhard de Chardin, o amor é o que atrai os homens em sua marcha evolutiva. Chardin não traz imperativos morais, mas atrai e orienta pela alegria, júbilo e esplendor de sua visão.

Fragmento do Livro "Introdução ao Estudo da Filosofia", de Antônio Xavier Tele
Lúcia Izidoro

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Tesouro em Vaso de Barro





Deus decidiu guardar Seus tesouros em recipientes muito fracos. Por isso temos nosso tesouro em vasos de barro — que somos nós mesmos —, para que a excelência do poder seja de Deus, e nunca nossa.

O poder de Deus sempre se aperfeiçoa na nossa fraqueza, pois, do contrário, certamente ficaríamos arrogantes.

Por essa razão é que em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desesperados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos.

Assim caminhamos, sempre trazendo no nosso corpo o morrer, para que também a vida de Jesus se manifeste em nós.

Isso porque nós, que vivemos pela fé em Cristo, estamos sempre entregues à morte por amor a Jesus e para crescermos em Sua Graça.

Ora, isso também acontece a fim de que a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal, que só pode experimentar vida tão mais excelente se nossa animalidade mais básica for sempre relativizada.

E se desejamos muito ser instrumentos de Deus — também pura obra da Graça —, ainda mais teremos que conhecer o caminho da fraqueza, a fim de que discirnamos nossos próprios corações.

Por essa razão é que aquele que é visto como alguém que edifica outros, mais profundamente conhecerá a operação da morte para que outros possam experimentar a vida.

As dores de uns são as sabedorias de Graça que trarão vida a outros.

Ora, o espírito de nossa fé é simples, e manifesta-se conforme está escrito: "Eu cri, por isso falei!"

Também nós cremos, por isso também falamos!

Mas fazemos isto sabendo que Aquele que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará com Ele — sim, a todos nós!

Desse modo, sendo já herdeiros de todas as coisas, mesmo que existindo em fraqueza, devemos saber que todas as coisas existem por amor a nós.

Somente pessoas conscientes de sua própria fraqueza podem experimentar esse privilégio como gratidão, e nunca como arrogância. E tal consciência não se jacta como se isso fosse uma conquista individual e pessoal. Essa Graça está sobre muitos.

Isto para que a Graça, multiplicada por meio da vida e dons de muitos, faça abundar muita gratidão entre os homens para a Glória de Deus.

É por essa razão que não desfalecemos nunca. Mesmo quando vemos o nosso “homem exterior” se consumindo, pois sabemos que existe uma contrapartida. Afinal, na mesma proporção, o nosso “homem interior” se renova de dia em dia.

Dito isso, quero apenas recordar que não somos filhos da animalidade. Temos um tesouro eterno habitando em nossa fraqueza.

Ora, tal consciência gera muita paz. Afinal, sabemos que a nossa tribulação na terra é leve e momentânea, mas produz para nós cada vez mais abundantemente um eterno peso de glória.

Dessa forma, devemos andar pela fé. Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas sim nas que se não vêem.

As coisas que pertencem aos sentidos — as que se vêem — são temporais, enquanto as que se não vêem são eternas.

Quem tem essa consciência em fé já não se queixa. Tampouco julga que o vaso seja importante. Afinal, o vaso é de barro, tirado do pó — e ao pó voltará! Mas o tesouro, esse sim, é eterno. E já nos habita como santa contradição da Graça, embora seus portadores sejam sempre expostos à fraqueza.

Essa é a fé que permite celebrar a Graça e a Vida com saúde. E nunca se gloriar do que possui, pois, de fato, não possui; apenas carrega!Lúcia Izidoro portadora deste inefável tesouro!!!!

Quem foi Pilatos?


Mt 27.22


Pôncio Pilatos era governador da Judéia no tempo de Cristo. Um homem cruel, de caráter fraco, acomodado e indefinido.
Foi ele quem julgou e sentenciou Cristo á morte.
Sabia que Jesus era inocente. Fez até algumas tentativas para livrá-Lo, mas mesmo assim, “lavou as mãos”.

Fez esta pergunta aos judeus:
- Que farei então de Jesus, chamado Cristo?
Uma pergunta que ele mesmo deveria responder!
Ele tinha o poder de decisão. Era o governador (Jo 19.10). Por que essa indefinição?
Sabia que Jesus era inocente (Jo 18.38; 19.4 e 6) e que por inveja os judeus o haviam entregado (Mt 27.18) e até sua esposa lhe disse:
- Não entres na questão desse justo, porque num sonho muito sofri por causa dele.
Pilatos até procurava soltá-Lo... Mas foi fraco, covarde...

O que aprendemos com Pilatos que não adianta estar na presença de Jesus com uma atitude vacilante e indefinida. A indecisão leva � perdição!
Pilatos esteve tão perto de Jesus e perdeu-se para sempre!
Não deu ouvido a Jesus...

Pilatos tinha uma curiosidade a respeito de Jesus. A primeira pergunta que ele fez a Jesus em João 18.33:
- “Tu és o rei dos judeus?”
Jesus respondeu:
- “O meu Reino não é deste mundo...”
Disse-lhe, pois, Pilatos: “Logo tu és rei?”
Jesus sempre foi, é e sempre será Rei... Ap 19.11-16.

Depois que lavou as mãos, mesmo reconhecendo a inocência de Jesus, o entregou para ser crucificado. Jo 19.14-16.
Pilatos sobre a cruz escreveu:
JESUS NAZARENO, REI DOS JUDEUS.

Os reinos de Pilatos, do imperador César se acabaram, mas o Reino de Jesus Cristo permanece crescendo e para sempre!
E chegará o dia que todo joelho se dobrará perante Ele – governadores, reis, imperadores, ministros, presidentes, e toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor. Fp 2.10.




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