MULHER UM INSTRUMENTO DE DEUS

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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Seba

JOGAREMOS A CABEÇA DELE POR CIMA DA MURALHA!

(2 Sm 20, 21)

O invicto Joab apertava o cerco em torno da cidade de Abel-Bet-Maaca: era impossível qualquer resistência e qualquer esperança. Toda a cidade devia morrer: “Seba atravessou todas as tribos de Israel até chegar a Abel-Bet-Maaca e todos os bocritas... Eles se reuniram e foram também após ele. E vieram e o cercaram em Abel-Bet-Maaca e levantaram junto à cidade um terrapleno, que chegava até o muro, e todo o exército que estava com Joab se esforçava por derrubar a muralha, solapando-a” (2 Sm 20, 14-15).

Eis que aparece uma mulher sensata e grita de dentro da cidade: “Ouvi! Escutai! Dizei a Joab: Aproxima-te, que eu quero falar!” (2 Sm 20, 16).

Joab se aproximou e a mulher perguntou se era ele... depois disse-lhe: “Escuta a palavra da tua serva”. Ele respondeu: “Escuto” (2 Sm 20, 17).

A mulher disse-lhe: “Queres então exterminar a cidade e fazer perecer todas as mães?”

“Sou sem piedade, – respondeu o guerreiro – exceto com uma condição: dai-me a cabeça de Seba, o traidor.

Então aquela frágil mulher e outros correram à procura de Seba, cortou-lhe a cabeça e atirando-a para fora dos muros grita: “Eis a cabeça do traidor”. E a cidade foi libertada.

Como cristãos possuímos uma preciosíssima “cidade” que é nossa alma imortal.

Devemos cuidar bem dessa “cidade” e não deixar que nenhum “intruso”entre nela; caso isso aconteça, estamos TRAINDO o nosso Salvador.

Nessa “cidade” deve HABITAR somente Deus; do contrário, estaria totalmente arruinada.

Se por uma DESGRAÇA, o “Seba” do pecado entrar na “cidade” de  nossa alma, NÃO devemos recebê-lo com FESTA nem deixá-lo ali quieto... mas sim, antes que Joab, isto é, Deus,  nos castigue com a morte repentina, devemos “decapitá-lo” com uma fervorosa e sincera confissão... lançando-o para longe de nossa “cidade”, isto é, da nossa alma“O Senhor não nos quer ver perdidos. Por isso, com ameaça de castigo, não cessa de advertir-nos que mudemos de vida. Se não vos converterdes, vibrará sua espada. Vede quantos são os desgraçados que não quiseram emendar-se, e a morte repentina os surpreendeu quando não esperavam, quando viviam despreocupados e julgando terem ainda muitos anos de vida” 

Pe. Divino Antônio Lopes FP.
Anápolis, 05 de outubro de 2010

terça-feira, 11 de julho de 2017

Curiosidades. Bíblica

Abel-Bete-Maacá, Abel de Bete-Maacá

[Curso de Água da Casa de Maacá].

Uma cidade fortificada de Naftali, na Palestina setentrional, provavelmente a 7 km ao ONO de Dã, identificada com Tell Abil (Tel Avel Bet Maʽakha). Estava situada convenientemente na estrada que de Hazor seguia para o norte, na encruzilhada da rota E-O de Damasco a Tiro.

Os homens de Davi, sob as ordens de Joabe, sitiaram a cidade quando o rebelde Seba se refugiou ali. Daí, uma mulher sábia, falando em nome ‘dos pacíficos e dos fiéis de Israel’, rogou a Joabe que não destruísse Abel, que desde a antiguidade era o lugar onde se indagava por julgamentos sábios, portanto, uma “mãe em Israel”; significando provavelmente também uma metrópole ou cidade com aldeias dependentes. Atendendo o pedido desta mulher, os habitantes lançaram a cabeça de Seba por cima da muralha e a cidade foi poupada. — 2Sa 20:14-22.

Instigado por Asa, de Judá, o sírio Ben-Hadade I derrubou Abel-Bete-Maacá para fazer Baasa, de Israel, desistir de construir Ramá. (1Rs 15:20; veja RAMÁ N.° 1.) Abel de Bete-Maacá foi capturada por Tiglate-Pileser III, da Assíria, durante o reinado de Peca, e seus habitantes foram mandados ao exílio. (2Rs 15:29) Esta cidade, chamada nos textos assírios de Abilakka, aparece nas inscrições de Tiglate-Pileser III, na lista das cidades que ele conquistou. Os circundantes campos férteis, bem regados, sem dúvida deram origem a outro nome merecido, Abel-Maim (significando “Curso de Água de Águas”). Sua localização tornava-a excelente lugar de armazenagem. — 2Cr 16:4.

A Mulher de Abel de Bete Maaca




Tu2 Samuel 20:1 ao 22
A mulher mencionada no título deste estudo não era a esposa de um homem chamado Abel. Na verdade, o nome Abel-Bete-Maaca refere-se à cidade de onde ela era. O texto bíblico não menciona o nome da mulher. Entretanto, ela é uma entre tantas outras anônimas, que foram relevantes no seu tempo e no seu lugar, deixando para nós, hoje, exemplo de fidelidade a Deus, coragem, sabedoria e firmeza diante dos desafios.
Atualmente, vivemos em uma sociedade, e porque não dizer em uma igreja, com muitos problemas. Muitas vezes, omitimo-nos, calamos e recuamos. Há pessoas que se encontram em posições privilegiadas, mas que não assumem a responsabilidade para si, preferindo "ficar em cima do muro", mesmo que isso resulte em prejuízo para a obra de Deus. Muitos não querem se expor e pagar o preço de defender os ideais do Reino de Deus. Assistem o avanço do mal, mas não movem uma palha. Sempre deixam para outras pessoas a tomada de decisões, encobrem a verdade, cooperam para os desígnos do mal. Preferem deixar como está, para ver como é que fica.
Matin Luther King dizia: "O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem-caráter, nem dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons!"
A Bíblia oferece pouquíssimas informações sobre a mulher de Abel-Bete-Maaca, mas refere-se a ela como uma mulher sábia (vs.16). É possível deduzir que ela era influente naquela cidade, na qual exercia autoridade e contava com o respeito dos moradores daquele lugar.
Estava naquela cidade um homem perverso e desagregador, chamado Seba, que tentava minar o reinado de Davi, apregoando o seguinte, por onde passava: "... Não fazemos parte de Davi, nem temos herança no filho de Jessé; cada um para as suas tendas, ó Israel!" (vs.1). Ele estava sendo perseguido pelo exército de Davi e se escondera naquela cidade. Um confronto estava para acontecer. A cidade corria o risco de ser invadida, e muitas vidas poderiam ser ceifadas...
Aí entra em cena um mulher inteligente, corajosa e firme, que resolve a questão e nos deixa lições.
A mulher de Abel-Bete-Maaca, de certa forma, não permitiu a entrada de Joabe e seu exército na cidade (posicionamento). Antes procurou saber o que estava acontecendo, então, argumentou e evocou a tradição de justiça de sua cidade, dizendo: "Antigamente, se costumava dizer: Peça-se conselho em Abel; e assim davam cabo das questões." Também ela disse a Joabe que era uma das pacíficas e das fiéis em Israel. Em outras palavras, ela fala da sua posição como mulher e serva de Deus naquela cidade e por isso não poderia permitir que a cidade fôsse invadida e destruida.
É preciso ter um posicionamento firme em relação a verdade e ao papel que se assume em Cristo Jesus. Judas, em sua epístola, diz o seguinte: "...exorto-vos a permanecerdes firmes, pois certos indivíduos se introduziram com dissimulação...
Mulheres de fé

quarta-feira, 7 de junho de 2017

O valor de um Pastor

valor de um pastor não é medido por sua popularidade, poder de persuasão ou quantidade de pessoas que atrai, mas sim por seu caráter e fidelidade a Deus (Jo 6 66-67);

O valor de um pastor não é medido pela aprovação de homens, mas pela aprovação de Deus. O pastor é segundo o coração de Deus e não segundo o coração dos homens (Jr 3.15);

O valor de um pastor não é medido pelo tamanho de sua igreja, mas por suas qualidades éticas, morais e espirituais;

O valor de um pastor não é medido pelo volume das entradas financeiras de sua igreja, mas por sua capacidade de suprir seu rebanho com a Palavra de Deus.

Há pastores que se preocupam com a lã. Há pastores que se preocupam com as ovelhas.

O valor de um pastor não é medido pelo salário que ganha, mas pelo serviço que presta;

O valor de um pastor não é medido por sua capacidade política e de articulação, pois muitas vezes ele deixa de ser “politicamente correto” para permanecer justo e reto diante de Deus;

O valor de um pastor não é medido pelos cargos que ele ocupa na denominação, mas pelo serviço que presta à Obra de Deus;

O valor de um pastor não é medido pela satisfação de seus ouvintes, mas por sua pregação coerente aos valores do evangelho bíblico capaz de transformar vidas. A sua mensagem, ao invés de massagear o ego humano, às vezes desagrada por confrontar o ouvinte com a verdade;

O valor de um pastor não é medido pelo seu poder ou status, mas por sua submissão e obediência a Deus;

O valor de um pastor não é medido por sua autossuficiência. O poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza de homens que às vezes julgamos fracos e incapacitados (2ª Co 12.9);

O valor de um pastor não é medido por sua condição física, mas por sua condição espiritual;

O valor de um pastor não é medido pela quantidade de amigos ou pessoas que o rodeiam, mas sim por seu amor às pessoas;

O valor de um pastor não é medido pelos seus discursos, mas pela autoridade de seu viver (Mt 7.9);

O valor de um pastor não é medido pelo crescimento quantitativo ou não da membresia de sua igreja, mas pelas transformações que suas mensagens geram em seus ouvintes. Há por aí templos cheios de pessoas perdidas, e igrejas pequenas onde pessoas experimentam a salvação em Cristo;

O valor de um pastor não é medido pelo seu poder de empolgar sua igreja ou plateia, pois seu chamado é para pastorear e não para “animar” auditório;

O valor de um pastor não é medido pelas crises que passa ou deixa de passar, mas pela maneira como se comporta em momentos difíceis;

O valor de um pastor é medido por critérios divinos e não humanos.

O pastor é dependente de Deus, e não de homens;

O pastor é homem frágil e pequeno, por meio do qual Deus realiza coisas grandes e extraordinárias; O pastor sabe que seu chamado é para pastorear e não para gerir empresas;

Ele não se preocupa com números mas com a saúde de suas ovelhas;

O verdadeiro pastor não se “contextualiza” ao mundo, mas se esforça para tirar vidas do mundo;

O pastor de valor forma valores.

Se você tem um pastor, agradeça a Deus, ore por ele e ame-o!

Pr. Joaquim de Paula Rosa