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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Quatro jovens estavam longe de casa, estudando em universidades que propagavam atrozes sofismas e sujeitos às influências e preceitos distorcidos daquela sociedade. Mesmo não aceitando participar daquela ideologia ímpia, aqueles quatro rapazes, resolveram orar ao Senhor e clamar pela Sua providência e proteção. Eles acabaram sendo promovidos a cargos de destaque e ficaram dez vezes mais sábios que os demais. Esses eram Daniel, Hananias, Mizael e Azarias, citados em Daniel 2.



Vários jovens estão reunidos. É dia de "balada gospel". Alguns irmãos (os manos) têm trajes típicos: calças folgadas, cuecas aparecendo, piercing, tatuagens. Lembram os funkeiros cariocas. Algumas irmãs (as minas) usam saias curtas e seguem o ritmo frenético gingando todo o profanado templo do Espírito (1 Co 6.19). O "DJ Pastor" toma conta das suas reboladas ovelhas. O intrépido dos cantos (Am 5.23) e o requebrar dos "irmãos" se misturam. As (poucas) luzes piscam de vez em quando.


Desses dois exemplos, fica a reflexão:



* Alguns afirmam que a balada faz com que esses jovens continuem sendo "evangélicos". Isso mostra que, para muitos, a Palavra não serve mais como lâmpada para os pés (Sl 119.105).


Muitos acham que devemos nos inserir na modernidade, e a balada gospel é um meio de abarcar esses jovens no caminho do Senhor. Será que devemos, não de forma alienada, nos conformar (Rm 12.2) e viver segundo o curso deste mundo (Ef 2.1-9), ou devemos nos comunicar com tais obras infrutuosas da carne (Ef 5.11)?


As baladas, para os seus defensores, dão alegria para os jovens. Eles argumentam "será que não podemos nos divertir?" Seria isto uma diversão? E será que uma balada, mesmo sendo divertida, e lícita para todos, convém e edifica a um crente salvo em Jesus (1 Co 10.23)?


Caros cristãos, para não dizer que falo por mim mesmo, vejam o que seria a tal "balada gospel" neste curto vídeo:




Agora concluo perguntando a vocês: Se eu dissesse que isso aí é o "Furacão 2000" ou o "Baile da Mulher Melancia", vocês concordariam, certo? Quando o povo de Israel quis ser como o povo pagão, pedindo a Deus um rei semelhante às das nações vizinhas, o fim foi trágico naquele momento (Cf 1 Samuel 8.5-7; 12.19).

Resumindo: Querer ser parecido com o mundo é definitivamente uma má ideia. Corte esse "barato"!

"Portanto assim diz o SENHOR: Se tu voltares, então te trarei, e estarás diante de mim; e se apartares o precioso do vil, serás como a minha boca; convertam-se eles para ti, mas tu não te convertas para eles." (Jeremias 15.19)


Publicado por Tharsis Kedsonni às 23:32

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